Quanto ao imposto de renda, existem algumas artimanhas (legais) para pagar menos (como Pessoa Jurídica).
A melhor é a seguinte:
- Altere o estatuto da empresa de forma a permitir o empréstimo de dinheiro aos funcionários.
- Faça com que o seu pro-labore seja um salário mínimo.
- Pegue empréstimo mensalmente da empresa (por exemplo: salário de 350 reais e empréstimo de 3000 reais).
- Anualmente (ou a cada três meses) faça rateio de lucros e dividendos entre os sócios (você)
- Use o lucro/dividendo para quitar o seu (suposto) empréstimo
Sendo assim, você pode resgatar qualquer valor da empresa (como empréstimo) sem pagar NENHUM imposto de renda, quitando-o com o rateio de lucro/dividendo (que não incide IR).
Esta manobra é absolutamente legal.
É possível também fazer o rateio trimestralmente, sem a necessidade de fazer o empréstimo.
Basta declarar um pró-labore baixo (por exemplo um salário mínimo) e resgatar os lucros a cada três meses.
Consulte um contador para que tudo isto seja feito corretamente.
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Pessoa Jurídica (PJ) ou CLT
De tempos em tempos recebo tentadoras propostas de trabalho.
Atualmente, trabalho sob o regime da CLT, para o estado do Paraná.
Sou funcionário da CELEPAR, e trabalho na Secretaria da Fazenda.
As propostas que recebo costumam ser para trabalhar como PJ (pessoa jurídica).
Ou seja, abrir uma empresa e fazer um contrato de prestação de serviço, largando o meu emprego atual.
O valor bruto é sempre tentador, mas existem uma série de questões a ser analizadas.
Como PJ, geralmente não temos benefício algum.
É necessário ter um contador e pagar vários impostos.
O valor é normalmente vantajoso...
..mas sempre coloco outros fatores na balança (qualidade de vida, estabilidade, segurança, ....)
Bom....
..falando financeiramente...
Deve-se calcular o valor a ser gasto com plano de saúde, previdência privada, recolhimento de impostos, Vale alimentação/refeição, etc...
Como tive dificuldades para comparar estes fatores financeiros, estou publicando uma uma mesclagem das informações que encontrei.
É uma planilha onde você preenche o valor do salário para CLT e valor hora para PJ, mais benefícios e impostos.
Ela calculará a diferença de remuneração, ajudando a decidir por um ou outro.
Planilha no Google Docs
Planilha em Open Document (ODS, do OpenOffice)
Planilha em Excel (XLS)
Atualmente, trabalho sob o regime da CLT, para o estado do Paraná.
Sou funcionário da CELEPAR, e trabalho na Secretaria da Fazenda.
As propostas que recebo costumam ser para trabalhar como PJ (pessoa jurídica).
Ou seja, abrir uma empresa e fazer um contrato de prestação de serviço, largando o meu emprego atual.
O valor bruto é sempre tentador, mas existem uma série de questões a ser analizadas.
Como PJ, geralmente não temos benefício algum.
É necessário ter um contador e pagar vários impostos.
O valor é normalmente vantajoso...
..mas sempre coloco outros fatores na balança (qualidade de vida, estabilidade, segurança, ....)
Bom....
..falando financeiramente...
Deve-se calcular o valor a ser gasto com plano de saúde, previdência privada, recolhimento de impostos, Vale alimentação/refeição, etc...
Como tive dificuldades para comparar estes fatores financeiros, estou publicando uma uma mesclagem das informações que encontrei.
É uma planilha onde você preenche o valor do salário para CLT e valor hora para PJ, mais benefícios e impostos.
Ela calculará a diferença de remuneração, ajudando a decidir por um ou outro.
Planilha no Google Docs
Planilha em Open Document (ODS, do OpenOffice)
Planilha em Excel (XLS)
terça-feira, 6 de novembro de 2007
A violência movimentando a economia...
O brasileiro ainda se assusta com a violência.
Casos paulistas e cariocas televisionados pelo Brasil e pelo mundo lembram mais uma guerrilha.
Agora têm-se retratado estes acontecimentos também no cinema.
Cidade de Deus, Tropa de Elite, é a violência gerando bilheteria.
Mas a violência gera mais que isso.
A violência ajuda a girar a economia brasileira.
A violência e o medo desta, movimenta bilhões de reais.
Cria novos produtos e serviços.
Seguradoras se mantém graças a violência.
Empresas especializadas em blindagem de carros.
Serviços de monitoramento via satélite.
Vendas de alarmes e dispositivos de segurança...
Também gera empregos!
E os vendedores? Os seguranças...
..a mão de obra para tentar aumentar a segurança.
Os cursos de defesa pessoal.
A violência fascina! Por isto está no cinema e na novela.
O brasileiro se impressiona, e respira a violência.
O noticiário mostra desgraça diariamente.
A população vive isto.
Os roubos ajudam nas vendas de mercadorias.
Depois de roubado, o Brasileiro acaba recomprando eletrônicos e automóveis.
Só assim ele compra um equipamento ou carro novo...
..e assim dá mais um giro na engrenagem econômica.
Será que podemos resolver os principais problemas de segurança?
Reduzir a violência, os roubos, o tráfico?
Invadir favelas, aumentar o policiamento.....
...dar empregabilidade para que menos pessoas optem pelo crime...
Sim, creio que com um pouco de planejamento isto seria possível.
Mas sinto que falta interesse do estado.
Quando ele fizer isto, a violência injetará menos dinheiro no mercado.
E os beneficiados da violência (empresas que vendem segurança) financiam a política no Brasil.
É mais fácil manter tudo como é...
..basta atuar pontualmente, apenas moderando a violência...
..quando ela atrapalha o turismo, outra fonte de renda...
..basta...
..continuar nesta ridícula e medíocre falta de atitude.
Casos paulistas e cariocas televisionados pelo Brasil e pelo mundo lembram mais uma guerrilha.
Agora têm-se retratado estes acontecimentos também no cinema.
Cidade de Deus, Tropa de Elite, é a violência gerando bilheteria.
Mas a violência gera mais que isso.
A violência ajuda a girar a economia brasileira.
A violência e o medo desta, movimenta bilhões de reais.
Cria novos produtos e serviços.
Seguradoras se mantém graças a violência.
Empresas especializadas em blindagem de carros.
Serviços de monitoramento via satélite.
Vendas de alarmes e dispositivos de segurança...
Também gera empregos!
E os vendedores? Os seguranças...
..a mão de obra para tentar aumentar a segurança.
Os cursos de defesa pessoal.
A violência fascina! Por isto está no cinema e na novela.
O brasileiro se impressiona, e respira a violência.
O noticiário mostra desgraça diariamente.
A população vive isto.
Os roubos ajudam nas vendas de mercadorias.
Depois de roubado, o Brasileiro acaba recomprando eletrônicos e automóveis.
Só assim ele compra um equipamento ou carro novo...
..e assim dá mais um giro na engrenagem econômica.
Será que podemos resolver os principais problemas de segurança?
Reduzir a violência, os roubos, o tráfico?
Invadir favelas, aumentar o policiamento.....
...dar empregabilidade para que menos pessoas optem pelo crime...
Sim, creio que com um pouco de planejamento isto seria possível.
Mas sinto que falta interesse do estado.
Quando ele fizer isto, a violência injetará menos dinheiro no mercado.
E os beneficiados da violência (empresas que vendem segurança) financiam a política no Brasil.
É mais fácil manter tudo como é...
..basta atuar pontualmente, apenas moderando a violência...
..quando ela atrapalha o turismo, outra fonte de renda...
..basta...
..continuar nesta ridícula e medíocre falta de atitude.
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comportamento,
economia,
sociedade
domingo, 19 de novembro de 2006
Classe média
Quem inventou a classe média?
Quem disse que isto existe?
E o que é isto?
Meramente comum cidadãos auto-intitulados como parte da classe-média, classe-média-alta, classe-média-baixa, classe-média-média...
Relativamente difícil deparar-se com os termos pobre e rico (se bem que o termo "Abaixo da linha da miséria" está na moda).
Pois levando a voz e digo: Sou pobre!!!
Em minha conturbada visão econômica-social vejo somente duas classificações: Rico e Pobre.
Qual característica separa um do outro?
Não. Não é o somatório de posses e dinheiro do indivíduo.
Mesmo um camarada dono de grande mansão, casa na praia, carro (importado) do ano, muito dinheiro na conta pode ser pobre.
Rico - em minha humilde visão - não precisa trabalhar. Mesmo sem esforço algum ganha mais dinheiro que gasta.
Alguém pode ser rico sem ter grandes somas de dinheiro.
Alguém pode ser pobre mesmo com muita posse e dinheiro.
O cidadão de grande renda mensal, mas que gasta além da mesma é pobre!!
Para aquele que se acha rico (ou classe-média-muito-alta) pense:
O que acontecerá quando perder o emprego?
E se ficares por mais de 1 ano sem renda?
Terá de vender as posses?
Continuarias a ganhar mais do que seus gastos?
Se dependes de algum emprego, se gasta tudo ou mais que ganha, pare de perder tempo no meu blog e vai trabalhar seu...
..pobre!
Quem disse que isto existe?
E o que é isto?
Meramente comum cidadãos auto-intitulados como parte da classe-média, classe-média-alta, classe-média-baixa, classe-média-média...
Relativamente difícil deparar-se com os termos pobre e rico (se bem que o termo "Abaixo da linha da miséria" está na moda).
Pois levando a voz e digo: Sou pobre!!!
Em minha conturbada visão econômica-social vejo somente duas classificações: Rico e Pobre.
Qual característica separa um do outro?
Não. Não é o somatório de posses e dinheiro do indivíduo.
Mesmo um camarada dono de grande mansão, casa na praia, carro (importado) do ano, muito dinheiro na conta pode ser pobre.
Rico - em minha humilde visão - não precisa trabalhar. Mesmo sem esforço algum ganha mais dinheiro que gasta.
Alguém pode ser rico sem ter grandes somas de dinheiro.
Alguém pode ser pobre mesmo com muita posse e dinheiro.
O cidadão de grande renda mensal, mas que gasta além da mesma é pobre!!
Para aquele que se acha rico (ou classe-média-muito-alta) pense:
O que acontecerá quando perder o emprego?
E se ficares por mais de 1 ano sem renda?
Terá de vender as posses?
Continuarias a ganhar mais do que seus gastos?
Se dependes de algum emprego, se gasta tudo ou mais que ganha, pare de perder tempo no meu blog e vai trabalhar seu...
..pobre!
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