Mostrando postagens com marcador piração. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador piração. Mostrar todas as postagens

sábado, 3 de março de 2007

O DIREITO AO FODA-SE

Recebi isto de uma amiga (Gi) e achei que merecia um post!!!

O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala.

Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"?

O "foda-se!" aumenta a auto-estima, torna a pessoa melhor, reorganiza as coisas, liberta.

"Não quer sair comigo? Não? Então foda-se!".

"Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!"

O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal.

Os palavrões não nasceram por acaso.

São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua.

Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.

Prá caralho", por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "Prá caralho"?"Prá caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas Prá caralho, o Sol é quente Prá caralho, o universo é antigo Prá caralho, eu gosto de cerveja Prá caralho, entende?

Seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu!".

E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fodeu de vez!".

Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar:

O que você fala? "Fodeu de vez!".

Liberdade, igualdade, fraternidade e F O D A - S E!

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

O tempo

Para tudo, o-tempo-passa
Para tudo, o-homem-pensa
Medita sobre tudo
Pensa sobre o nada

Para tudo, o-tempo-passa
O relógio não diz nada
O tempo não para
Veja o sol lá na sacada

Mas para e pensa
Mesmo por um segundo
Para, vê tua vida
É a loucura do mundo

Para e pensa
Pensa em nada
Ou em tudo
Tudo é nada

Pare e pense
Pensa e vê
Pensou demais
O tempo passou





TRRRRRRRRRRRRRIIIIIIIIIIIIIMMMMMMMMMMMM


O quê é isso maluco??
Não para, nem pensa
Olha o tempo
Não pensa e faz

domingo, 28 de janeiro de 2007

O dia em que ela tocou meu instrumento

Não lembro bem a data, mas não faz muito tempo.
Andando pela rua, um belo fim de tarde (escurecia), lembro até da brisa batendo...
Vindo em minha direção, encontro uma amiga de longa data.
Sempre achei ela uma gata, paramos para conversar, e conversa vem conversa vai..

Reparei que ela não tirava os olhos...
Então que notando o volume perguntou-me - um tanto sem jeito - o que era aquilo.
Disse-lhe ser o meu instrumento.
Percebi o corar de suas bochechas. Foi quando, meio acanhada, perguntou se podia vê-lo.
Fiquei um pouco encabulado, ali no meio da rua, mas botei-o para fora.
Acho engraçado até hoje, tamanha foi a surpresa: "Nossa! Como é grande! Posso tocá-lo? Eu sempre quis toca-lo!" (na verdade o tamanho é normal, acho que ela não era muito experiente..).

Puxa...
..no meio da rua..
Meio sem jeito, permiti que ela tocasse (afinal já estava exibindo ele mesmo..).
Ela tocava-o com grande desenvoltura, convidei-a para ir até minha casa (que ficava próximo, e era mais propício).

Chegando lá, nos aconchegamos e ela tirou todo o proveito que queria.
Foi muito bom pra mim, e creio eu que também tenha sido para ela.
Nunca mais tocamos no assunto, e ainda a vejo vez ou outra.
Mas aquele dia ficou marcado em minha memória.

Para sanar qualquer dúvida com relação ao "tamanho" do meu instrumento, até tirei uma foto.
Como podem ver, é normal. Mas é um belo instrumento, não acham?

.
.
.
.
.
.
.
.
Não veja no serviço
.
.
.
.
.
.
.
.
.


pensou besteira, né mente suja!